Touch! Generations
Desde o surgimento dos videojogos, os interfaces e, consequentemente, os modos de interacção têm vindo sempre a evoluir. Não se observa nenhum tipo de estagnação. Parece que as ideias e tecnologias que as alimentam são ambas inesgotáveis.
A Nintendo iniciou-se nos videojogos em meados da década de 1970. A perda de mercado para fabricantes como a Bandai e a Atari, levaram Hiroshi Yamauchi a entrar num novo universo, do qual Game & Watch foi o primeiro fruto.

O percurso da Nintendo apresentou diversas fases de acordo com as novas necessidades que foi criando nos utilizadores:
1 – Facilidade de transporte (Gameboy);
2 – Maior potência (Super Nintendo de 16 bits);
3 – Tridimensionalidade (Nintendo 64);
4 – Opção multiplayer em consola portátil (Gameboy Advance);
5 – Originalidade e inovação formal (GameCube);
6 – Conforto e biblioteca de software (Gameboy Advance SP);
7 - Touchscreen, reconhecimento de voz e Wi-Fi (Nintendo DS).
8 – Em 2006 nasceu a Nintendo Wii.

Como se encontra expresso na imagem proveniente do site da Wii Nintendo, o principal objectivo desta consola passa pela simplificação de utilização através dos intuitivos interfaces Wiimote e Nunchuk. A simplicidade e intuição permitem que qualquer pessoa, independentemente de já ter ou não, utilizado uma consola, possa compreende-la sem quaisquer problemas. Assim, todos podem jogar! A Wii fomenta a interactividade, principalmente em família. Quando o interface é simples compreensível e intuitivo, inspira confiança.

Uns dos interfaces biológicos que melhor conhecemos são as nossas mãos. É delas que nos servimos para transmitir e receber a maior parte das informações sensoriais tácteis. Se confiamos nas terminações dos nossos membros superiores, talvez esteja na hora de venerarmos os nossos dedos. Podem vir a tornar-se ainda mais úteis.
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